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Jesus mostra como acolher quem está perdido na fé

Será que nos tornamos guias turísticos para o mundo? Pulamos de palanque em palanque, pregando a correção da nossa fé histórica, tratando o mundo como visitantes de um museu. Admiramos a estrutura organizacional de uma igreja, os processos de liderança e outros modelos eficientes que promovem cooperação cultural. Mas, cá entre nós, tours de museu não são tão empolgantes quanto passeios autoguiados. E que graça tem um passeio autoguiado sem um aliado que compartilhe a empolgação?

 

Pessoas curiosas preferem aventuras do tipo “entre por sua conta e risco”. A curiosidade as atrai para placas de “Proibido entrar”. “Não tente isso em casa” é uma rede de segurança legal que, na verdade, significa “Tenha cuidado”. Você se considera parte desse grupo? Se sim, não somos rebeldes, apenas humanos. J. R. R. Tolkien conhecia algo do espírito humano e escreveu: “Nem todos os que vagueiam estão perdidos.” Vagamos porque é inevitável.

 

Não é desejável; apenas inevitável.

Não é justificável; apenas inevitável.

Não é coisa de cristão ou não cristão; apenas inevitável.

Somos, como escreveu Robert Robinson em 1758, “propensos a vagar”.

Senhor, eu sinFalo em nome dos cristãos que conheço, a mim mesmo incluído. A maioria de nós é inquieta, vive em movimento, vagando sem descanso em quase tudo, exceto na vida com Jesus. Pessoalmente, mudei tantas vezes que poderiam me chamar, com respeito, de cigano. Minha forma de educar os filhos é menos consistente que minha rotina matinal. Meus amigos são passageiros. Meu amor é errante. E eu perdi minha aliança de casamento… de novo. vida real não é um tour. Tours são organizados, confortáveis e planejados. São conduzidos por alguém que sabe todas as respostas. Quanto mais fingirmos ser guias turísticos, mais evidente será que estamos apenas fingindo. Nossas rotas são confusas. Somos marcados pelas mesmas dores, sofrimentos e dúvidas que todos. Questionamos para onde vai nosso dinheiro. Nos preocupamos com consultas médicas. E levantamos a voz para colocar as crianças para dormir.

 

Não me entenda mal: seguir Jesus faz toda a diferença. Sua vida, morte e ressurreição nos restauraram a Deus e ao mundo. Mesmo assim, nossos caminhos estão longe de ser limpos e perfeitamente planejadoObserve as interações de Jesus com as multidões e verá que o ditado é verdadeiro: “A igreja é um hospital para pecadores, não um museu para santos.” No máximo, somos curadores feridos. Feridos pelos desvios; curados pelo Guia. Por isso, precisamos passar tempo suficiente com os descrentes para perder qualquer reputação que tenhamos com os guias turísticos de hoje. Fazendo isso, nos tornaremos mais parecidos com Jesus. (Com informações de Preston Ulmer – Relevantmagazine)




22/08/2026 – Net 3 Gospel

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