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Meu braço direito está imobilizado neste momento. Um membro da congregação sofreu escoriações causadas pela queda de tijolos, mas, graças a Deus, consegui empurrar minha esposa para longe antes que a parede a atingisse”, contou.
Segundo Portas Abertas, em Tapalito, em Chocó, o terremoto provocou a destruição de casas e comprometeu a estrutura de uma igreja. “Congregações de outras cidades do oeste colombiano também identificaram rachaduras em seus edifícios após os abalos.”
A situação das comunidades mais afastadas permanece como uma das preocupações das equipes que acompanham a emergência. O isolamento de determinadas regiões dificulta tanto o atendimento quanto o levantamento preciso dos prejuíMedo de novos tremores
Mesmo onde não houve colapso imediato das edificações, o receio de novos abalos fez famílias abandonarem temporariamente suas casas. Em Antioquia, cristãos passaram a noite fora dos imóveis por causa da possibilidade de novos desabamentosO prédio onde estamos hospedados não desabou, mas os edifícios à nossa frente desabaram, e outro acabou de cair”, relatou um dos moradores.
A dimensão do desastre também se reflete nos danos à infraestrutura. Residências, hospitais, escolas, aeroportos e construções históricas estão entre as estruturas afetadas, aumentando a necessidade de assistência e deslocamento de moradores.
Parceiros da Portas Abertas informaram ainda que dezenas de edificações e casas vieram abaixo no oeste do país. A organização continua acompanhando as famílias cristãs e buscando identificar onde o auxílio pode ser direcionado com maior urgência.
Igrejas atuam na linha de frente
Em meio às perdas materiais, as congregações também se tornaram espaços de acolhimento para pessoas abaladas pelo medo e pela incerteza. O trabalho envolve não apenas a distribuição de recursos, mas também escuta, oração e acompanhamento das faA Portas Abertas solicita orações pelos colombianos atingidos pelo terremoto, pelas igrejas que participam da assistência e pelos profissionais envolvidos nas operações de resgate. A entidade também destaca a necessidade de que os moradores tenham acesso aos recursos necessários para atravessar o período de emergência e iniciar a reconstrução.
Fonte Comunhão.



