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Fonte: Guiame, com informações do g1 e UOLNoah Gabriel e seus pais, que testemunham um milagre após o bebê voltar a apresentar sinais vitais. (Foto: Arquivo pessoal)O pequeno Noah e seus pais, ao retornarem à Santa Casa de Rio Claro após bebê apresentar sinais vitais. (Foto: Arquivo Pessoal)O casal permaneceu ao lado do filho por aproximadamente uma hora e, já em casa, recebeu uma ligação do hospital pedindo que retornasse imediatamente, sem explicar o motivo.
“Meu esposo falou umas três vezes: ‘Moça, já estamos sabendo do acontecido, já fizemos todos os procedimentos’, mas ela insistiu para irmos, isso às 21h40”, relatou Letícia.
Ao chegar novamente à unidade, os pais receberam a notícia de que Noah havia voltado a apresentar sinais vitais.
“Chegando lá, entramos novamente na UTI e elas nos contaram sobre o nosso milagre. Só consegui dizer ‘Glória a Deus’ e chorar”, relembrou Letícia.
Ela contou ainda que o episódio aconteceu justamente na data em que o filho deveria nascer, caso a gestação tivesse chegado ao fim normalmente, já que Noah veio ao mundo de forma prematura.
“Uma coisa bem marcante é que foi no dia 15 [de julho], que era para ele nascer se não tivesse nascido prematuro e estava completando um mês que nasceu”, disse a mãe da criança.A gente fica maravilhado’
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Letícia descreveu o momento como algo difícil de compreender.
“Às vezes eu acho que a gente está sonhando. Eu estava conversando com meu esposo, olhando para ele se mexendo, batendo as perninhas, de olhos abertos. A gente fica maravilhado”, disse.
Apesar da repercussão do caso, a mãe fez questão de defender a atuação da equipe médica da Santa Casa de Rio Claro, afirmando que presenciou o esforço dos profissionais para salvar a vida do bebê.
“Eu vi, inclusive, a hora do acontecido, como a doutora ficou, o quanto ela lutou para tentar reanimar ele”, declarou.
Em entrevista, a agente funerária Regina Célia Paschoal, com 17 anos de experiência, contou que nunca havia vivido algo parecido. Antes de abrir o saco funerário, ela disse que fez uma oração:
“Falei: ‘Deus, o que eu faço?’ Mas, por minha conta e responsabilidade, eu vou abrir aqui. Abri e ele começou a mexer mais ainda, fazendo um barulho, como se estivesse querendo respirar. … Foi um susto, foi uma emoção grande.”
A missionária Elizayka Hellen também fez um apelo por intercessão: “Nós estamos muito felizes, estamos orando e peço a todos que continuem em oração pela vida dele.”Caso é considerado “extraordinário”
De acordo com a Santa Casa de Rio Claro, Noah sofreu uma parada cardiorrespiratória em 15 de julho. Após todas as tentativas de reanimação, o hospital declarou o óbito seguindo os protocolos previstos pela Sociedade Brasileira de Pediatria.
Cerca de duas horas depois, uma funcionária da funerária, que havia ido buscar o corpo, percebeu que o bebê apresentava sinais vitais e acionou imediatamente a equipe médica.
Notificação de óbito. (Captura de tela/EPTV)Noah foi reavaliado, readmitido na UTI Neonatal e voltou a receber cuidados intensivos antes de ser transferido para o Hospital de Reabilitação de Anomalias Crânio-Faciais da USP, em Bauru.
Em nota, a Santa Casa informou que todos os protocolos técnicos e legais para a constatação do óbito foram rigorosamente cumpridos e afirmou não ter identificado falhas assistenciais. Ainda assim, reconheceu que o episódio foi “um dos mais inexplicáveis” de sua história”
A instituição acrescentou que, para muitos familiares e profissionais envolvidos, o ocorrido é compreendido como “um verdadeiro milagre”, ao mesmo tempo em que reafirmou seu compromisso com a ciência, a ética e a transparência.
“Para muitos, inclusive entre profissionais e familiares, o que ocorreu é compreendido como um verdadeiro milagre. A Santa Casa reafirma seu compromisso com a ciência, a ética e a transparência, ao mesmo tempo em que reconhece que este foi um acontecimento extraordinário que marcou profundamente todos os que participaram desse momento.”
Fonte Comunhão.



