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A mulher pode ser protagonista sem precisar endurecer”, afirma terapeuta

Ser a rainha da própria vida é equilibrar força e sensibilidade, transformar padrões herdados e cultivar autoestima consciente – Foto: FreepikPor Patrícia Esteves

Em muitas trajetórias femininas, a sensação de estar no limite surge silenciosa, mas persistente. Entre compromissos profissionais, relacionamentos e expectativas sociais, é comum que a mulher se encontre controlando cada detalhe da vida e, ao mesmo tempo, sentindo que algo essencial se perde no caminho. Entender como lidar com essa tensão exige autoconhecimento, coragem e a disposição de enfrentar padrões emocionais antigos que moldam decisões, emoções e relacionamentos.Para a terapeuta sistêmica e especialista em autoestima Larissa Topper, momentos de crise podem se tornar pontos de virada decisivos. “O meu ponto de virada, por exemplo, foi quando eu percebi que estava prestes a perder tudo: meu casamento, minha saúde, minha autoestima. Eu vivia na energia tirana, controlando tudo, 20 quilos acima do peso, endividada em mais de 200 mil reais e profundamente insegura. Foi nesse abismo que decidi mergulhar no autoconhecimento. Transformei rejeição em autoestima, caos em relacionamentos saudáveis e dívidas em prosperidade”, conta.A partir dessa experiência, Topper desenvolveu métodos que orientam mulheres a reconquistarem sua autonomia. Ela explica que a própria história pode se tornar ferramenta de transformação. “Transformei minha dor em método, e esse método hoje já curou e guiou milhares de mulheres no Vida de Rainha, no Versalhes e agora neste livro”, conta ela que escreveu “Seja a rainha da sua vida”, título lançado pela Citadel.

Herdando padrões e construindo consciência

Grande parte das dificuldades emocionais vem de padrões aprendidos ainda na infância. “Os padrões mais comuns que eu vejo nas mulheres vêm da relação com pai e mãe. Da mãe, herdamos a busca pela aprovação, a autocrítica e a forma como nos sentimos em relação a nós mesmas. Do pai, herdamos a maneira como nos posicionamos no mundo, como confiamos no masculino e como nos sentimos seguras ou não para prosperar”, observa Larissa.

Fonte Comunhão




09/07/2026 – Net 3 Gospel

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