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Até onde vai a inversão de valores de um país em que o empresário que trabalha, emprega, educa e produz valor para a sociedade vira alvo por permitir que pessoas cultuem a Deus dentro da própria empresa?”Eu fui processado pelo Ministério Público por isso, sabia? (…) Eu não entendo o que o Ministério Público tem a ver com isso. Uma empresa privada, o dono dessa empresa permitir que seus funcionários louvem a Deus na sua empresa. O que isso tem de ruim? Ou seja, qual o valor que essa turma está produzindo para a sociedade? Eu questiono.”
Denúncias deram origem a procedimentos
Os procedimentos públicos conhecidos sobre o caso indicam que o Ministério Público do Trabalho (MPT) instaurou, em 2024, três Notícias de Fato, que são procedimentos administrativos utilizados para analisar denúncias antes da abertura de uma investigação formal.
Um dos trechos da denúncia reproduzido pelo site Jota na época afirma:
“Os trabalhadores da empresa G4 Educação trabalham de domingo a domingo, num regime de 80 horas semanais e são obrigados a participarem de grupos de oração dentro da empresa, pois os sócios são evangélicos. Além disso, no processo seletivo é enfatizado que não são contratados profissionais que sejam alinhados a ideologias de esquerda”, diz trecho de uma das denúncias apresentadas ao MPT.
Os procedimentos divulgados tratam de um conjunto mais amplo de denúncias trabalhistas, das quais a questão dos grupos de oração aparece como um dos elementos investigados.
Fonte Comunhão



