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Ela também informou que o viveiro municipal segue em funcionamento de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h, sem fechamento no horário de almoço. Foto: Rep
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Três Lagoas avança com ações de arborização urbana e trabalha na estruturação de um plano municipal de arborização. Os projetos incluem intervenções no Parque Linear, iniciativas de manutenção de áreas públicas e organização do viveiro municipal, com foco em planejamento técnico e sustentabilidade. As informações foram detalhadas pela secretária de Meio Ambiente, Mariana Amaral.
Mariana explicou que o projeto das 111 árvores do Parque Linear foi uma proposta do prefeito Cassiano Maia em comemoração ao aniversário do município. Segundo ela, a iniciativa exigiu estudos técnicos devido às condições do local, que possui antigo traçado ferroviário, com presença de concreto e resíduos no subsolo.
De acordo com a secretária, o plano será de longo prazo e reunirá critérios técnicos como tipo de solo, presença de redes de água e esgoto, fiação elétrica, impacto de espécies invasoras e potencial de alergias na população. Ela ressaltou que o objetivo é evitar problemas futuros e garantir segurança e equilíbrio ambiental.
Mariana também reforçou que o plantio em áreas públicas exige autorização da Secretaria, conforme o decreto municipal citado por ela, e orientação técnica da equipe. O procedimento leva em conta infraestrutura urbana e condições adequadas para cada espécie, evitando riscos como quedas de árvores e interferências em redes públicas.
Outro programa citado foi o “Adote um Canteiro”, que voltou a ser executado neste ano. Segundo a secretária, interessados precisam apresentar projeto à pasta, que avalia a adequação das espécies e o compromisso de manutenção, incluindo irrigação e poda preventiva. Após aprovação, é firmado termo de responsabilidade entre o adotante e o município.
Ela também informou que o viveiro municipal segue em funcionamento de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h, sem fechamento no horário de almoço. O espaço deve passar por uma pausa de cerca de 20 dias para reorganização, inventário das espécies e revitalização interna. O local também recebe mudas oriundas de compensações ambientais de empresas e empreendimentos, que são posteriormente utilizadas em ações de plantio na cidade.
Fonte RCN67



