MENU



O capitão contou que se considerava cristão apenas por tradição cultural, sem compreender o verdadeiro significado da fé.
“Eu dizia que era cristão porque não era ateu, nem muçulmano, nem budista. Então pensava: ‘Sou cristão porque é simplesmente o que eu sou’. Mas, na verdade, eu nem sabia o que isso significava.”
Hoje, porém, o cenário é diferente. Gorré explicou que passou a participar dos momentos de oração promovidos na seleção e, com o amadurecimento espiritual, assumiu a liderança desse movimento entre os atletas.
“Olhando para onde estamos hoje, eu sou quem lidera as orações da manhã”, decO início das orações
Na legenda da entrevista, o Karga bo Krus destacou que a espiritualidade da equipe antecedeu os holofotes da Copa do Mundo.
A publicação diz:
“A história da origem: liderando orações.
Antes das luzes, das multidões e do palco mundial, esta equipe escolheu a oração. Como a menor nação a disputar uma Copa do Mundo, não confiamos apenas no talento – caminhamos em unidade e fé.
A Onda Azul está crescendo, carregando o coração da nossa ilha e dando toda a glória a Ele.”
E conclui com o Salmo 23:6: “Certamente a tua bondade e o teu amor me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor para sempre.”
Fé acima da competição
O testemunho cristão da equipe ganhou ainda mais destaque após o empate por 0 a 0 entre Curaçao e Equador, em uma das partidas mais emocionantes daDepois do apito final, jogadores das duas seleções se reuniram no gramado para orar.
Liderados por Gorré, do lado de Curaçao, e por Moisés Caicedo, do Equador, os atletas formaram um círculo e agradeceram a Deus, lembrando ao mundo que existe algo maior do que o futeboNaquele momento, camisas diferentes e bandeiras distintas deram lugar à unidade em Cristo.
Curaçao conquistou seu primeiro ponto na história das Copas do Mundo, após segurar o empate diante dos sul-americanos graças a uma atuação histórica do goleiro Eloy Room, que registrou 15 defesas durante a partida.
Fonte Guiame



