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Segundo o pastor, desde o Iluminismo, o racionalismo passou a dominar o pensamento ocidental, afastando muitas pessoas da realidade espiritual. Ele também criticou o foco excessivo no lado sombrio, deixando de lado o papel positivo dos anjos. “O título do livro é intencional. Comecei com os anjos porque acredito que Deus nos enviou seres espirituais para ajudar”, explicou.Jackson destacou que a presença angelical é central na história bíblica. Ele citou o anjo Gabriel nos relatos do nascimento de João Batista e Jesus, os anjos que assistiram a Cristo após sua tentação no deserto e os que estiveram com Ele no Jardim do Getsêmani. Até Satanás, ao tentar Jesus, reconheceu o poder dos anjos (Mateus 4.5-6).Para o pastor, muitos cristãos perderam a conexão com essa dimensão espiritual. “Hoje, parece que confiamos mais em eleições do que nos anjos que Deus colocou ao nosso lado”, declarou.
Jackson também aponta que o medo de parecer irracional ou “estranho” faz com que muitos evitem o tema. “Curas e intervenções divinas geram dúvidas. Mas precisamos viver sob a verdade da Bíblia”, defendeu. “Se não confiamos em Deus para agir agora, por que confiaríamos n’Ele para a eternidadeAlém do impacto individual, o pastor acredita que há uma batalha espiritual mais ampla refletida em debates culturais. Citando Efésios 6, Jackson sugere que muitos comportamentos considerados “ilógicos” podem ter raízes espirituais.
“Quando vejo pessoas defendendo que o sexo biológico é confuso, penso: isso vai além da lógica — há um componente espiritual nisso”, afirmou. “Tenho compaixão por quem enfrenta essas dúvidas, mas não podemos ignorar o que está por trás.”
Na visão de Jackson, a transformação cultural não virá apenas pela política, mas por uma Igreja disposta a se posicionar. Ele lamenta que o Evangelho tenha sido, segundo suas palavras, “castrado” nos espaços acadêmicos e até em seminários teológicos.
Fonte Comunhão



