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Em nível nacional, o setor contabilizou 13.899 empregados em 2024, com crescimento de 9,16%, e alcançou 259.312 empresas ativas até dezembro de 2025.
A rotina por trás dos números
Os dados ganham rosto na história de Darsley Magalhães, entregador e microempreendedor há cerca de oito meses. Após sete anos como motorista de aplicativo, ele decidiu migrar para as entregas em busca de melhores condiçõAtuando atualmente em plataformas como a Shopee, Darsley destaca a flexibilidade de horários como principal vantagem.
“Sempre gostei de trabalhar com mais liberdade, porque amo viajar. Esse modelo combinou comigo.”
A rotina, no entanto, está longe de ser simples. Longas esperas para retirada de pacotes, exposição ao sol e à chuva, clientes ausentes e episódios de desrespeito fazem parte do cotidiano.
“Tem gente que começa e desiste no mesmo dia”, aCom o tempo, as taxas ficaram muito altas e os pagamentos cada vez menores. Foi aí que resolvi abrir meu MEI e mudar de área”, relata.Segundo Darsley, o ganho médio diário gira em torno de R$ 220, com pagamento semanal. Trabalhando de segunda a sexta, a renda pode chegar a R$ 1.100 por semana. Em contrapartida, há despesas fixas, como a taxa mensal do MEI, combustível e manutenção do veículo.
“Não é CLT. Não tem férias nem décimo terceiro. É preciso disciplina para guardar dinheiro e planejar”, alertPara ele, o saldo é positivo.
“Já consegui viajar bastante, ir a festivais e até fazer um cruzeiro internacional. Isso só foi possível por causa da flexibilidade. Mas é um trabalho sério, com responsabilidade com o cliente.”a.firma.es.



