NOTÍCIAS


Contrato de barriga de aluguel não pode exigir aborto

Alguns estados já reconhecem esse princípio. Na Virgínia, por exemplo, qualquer cláusula que exija ou proíba aborto ou redução seletiva em contratos de barriga de aluguel é considerada contrária à política pública e, portanto, nula. Massachusetts protege a autoridade da gestante sobre decisões relativas ao seu corpo e à gravidez.

 

Crianças não são mercadorias contratáveis

Outro problema fundamental de tratar o aborto como obrigação contratual é que o governo não pode forçar uma mulher a abortar, então permitir que terceiros façam isso por meio de ameaças financeiras massivas é uma coerção inaceitável. A frase “você pode recusar o aborto, mas será processada por uma quantia milionária” não representa liberdade de escolA dignidade humana não vem de contratos, mas do Criador. A Bíblia diz que o ser humano foi criado à imagem de Deus (Gênesis) e que Deus forma a vida no ventre (Salmo 139). O valor de uma criança não depende de ser desejada, saudável ou “perfeita” segundo padrões subjetivos, e sim do fato de ser um ser humano com dignidade inalienável.Uma barriga de aluguel pode concordar em carregar o filho biológico de outra pessoa, mas a criança não é propriedade. Se for diagnosticado um “defeito”, como uma condição cardíaca, os adultos envolvidos não podem simplesmente “devolver” o bebê como um produto defeituoso.

 

Essa visão mercantilista das crianças revela um problema maior ao aplicar conceitos comerciais à reprodução humana. O que acontece quando a criança não corresponde às expectativas dos contratantes? Se você encomenda um carro azul e recebe um vermelho, a lei prevê soluções. Mas no caso de um filho, há três interesses humanos envolvidos: os pais biológicos, a gestante e a criança que não assinou ou negociou o contrato.

 

A lei americana jamais deveria aceitar que a vida continuada de uma criança seja considerada um “dano” legal causado por uma quebra contratPor isso, a lei deve reconhecer que certas coisas estão além da nossa autoridade para negociar ou vender. Os fundadores americanos já afirmavam na Declaração de Independência que direitos fundamentais são “inalienáveis”, ou seja, não podem ser transferidos ou vendidos. Isso é o argumento moral contra a escravidão e também contra a mercantilização das crianças por meio do aborto e contratos.

 

Em resumo, a liberdade contratual é importante, mas deve ser limitada por princípios morais. Seres humanos não são produtos, crianças não são mercadorias e recusar terminar uma vida não pode ser considerado quebra de contrato. A justiça deve proteger a dignidade da vida acima de qualquer acordo.

 

(Com informações de Jenna Ellis – Christianpost)




30/08/2026 – Net 3 Gospel

COMPARTILHE

SEGUE A @SUARADIO

(67) 98484-8760

souzaemilson437@gmail.com
  1. Sua Rádio    colabore com a Net3 gospel  pix 67 98484 8760

NO AR:
Ao Vivo - NET 3 GOSPEL