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Por mais que a Bíblia omita sobre essa questão específica (pular o carnaval), quando analisamos a questão bíblica do “convém”, não encontro uma base sólida para defender nosso direito de fazer esse tal algo “lícito”. Placar: 0 x 1.Tenho dificuldade de acreditar que um evangélico colocaria em risco o testemunho da sua vida em troca de uns pulinhos no meio da rua? Trocaria seu direito de primogenitura por um prato de lentilhas? Fomos chamados para ser sal e luz em um mundo em trevas, não para trazer as trevas para dentro das nossas vidas ou de nossas igrejas.Mas ainda temos uma segunda pergunta. A questão agora é de domínio (quem está no controle). Essa palavra, apesar de nesta forma só aparecer aqui (exousiasthēsomai), podemos traduzir como: quem está mandando, ou quem está no controle?
Mais uma vez temos que usar o contexto cultural brasileiro, por exemplo, a música do Jorge Aragão, que deixa bem evidente que a liberdade do carnaval vai até quarta-feira (sic). Com tanta liberdade aflorando por todos os poros, embalado por uma música frenética de um trio elétrico, alguém pode dizer com sinceridade que tudo está no controle? Placar: 0 x 2Temos que ser mais inteligentes que os filhos do mundo e não sermos influenciados por quem diz que podemos tomar posse destas coisas, pois tudo que Deus criou é bom. Quem ofereceu o mundo, foi o diabo. Jesus disse que seus seguidores teriam aflições que o mundo nos aplica diariamente. Seguir a Cristo é estar disposto a, se necessário, sofrer por aquilo que cremos e não sair imitando o mundo.
Quando um evangélico acredita que ele, só por ser evangélico, tem direito a fazer o que quiser, das duas, uma: ou ele não sabe o que é ser evangélico, ou ele não está disposto de deixar as coisas do mundo para viver na graça de Deus. Qualquer das duas opções, o levará seguramente para a “alegria do infernoJosé Ernesto Conti é pastor da Igreja Congregação Presbiteriana Água Viva e engenheiro mecânico
Fonte .comunhão
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