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Rifas na igreja é lícito?

Diante desse cenário, a advogada recomenda cautela às instituições religiosas. A orientação principal é evitar sorteios ou rifas não autorizadas e, caso haja interesse nesse tipo de ação, buscar previamente a autorização legal junto aos órgãos competentes do Governo Federal, seguindo os trâmites exigidos.

 

Como alternativas mais seguras, Danielle destaca as campanhas de arrecadação voluntária, que não oferecem riscos jurídicos. Entre as opções estão doações espontâneas, contribuições via PIX, bazares, almoços beneficentes e vaquinhas virtuais. Segundo ela, essas iniciativas permitem angariar recursos de forma transparente e dentro da legalidade, preservando a imagem e a segurança jurídica das igrejaFé e fidelidade

O pastor Ariovaldo Ramos, líder da Igreja Presbiteriana em Pinheiros, na capital paulista, tem se posicionado de forma contrária à realização de rifas como meio de arrecadação nas igrejas. Para ele, segundo postagem em rede social, esse tipo de prática não encontra respaldo bíblico e acaba desviando o foco dos princípios ensinados nas Escrituras sobre o sustento da obra cristãSegundo o pastor, a Bíblia orienta que os recursos da igreja devem ser provenientes dos dízimos e das ofertas voluntárias dos fiéis. “Na Igreja Presbiteriana em Pinheiros, há um ensino contínuo sobre a importância da fidelidade no dízimo e da generosidade nas contribuições, como parte do compromisso espiritual dos membros.”

 

Ramos explica que, além do dízimo regular, a comunidade é incentivada a contribuir com ofertas específicas destinadas a ações concretas, como a doação de cestas básicas, a perfuração de poços em projetos sociais ou a expansão das atividades da própria igreja. Essas contribuições, ressalta, são feitas de forma consciente e voluntária, sem recorrer a mecanismos alternativos de arrecadaçãNa avaliação do pastor, quando a igreja compreende e pratica esses princípios, os recursos necessários para manter e ampliar o trabalho não faltam. “Se toda a igreja for fiel, haverá provisão”, resume, ao destacar que o sustento da obra está diretamente ligado ao comprometimento dos fiéis.Para Ariovaldo Ramos, a questão vai além de organização financeira e toca o campo da espiritualidade. Ele afirma que confiar no sustento por meio dos dízimos e ofertas é, sobretudo, um exercício de fé e de confiança em Deus, que, segundo ele, é quem supre as necessidades da igreja e impulsiona o avanço do Reino.

Fonte Comunhão.




10/02/2026 – Net 3 Gospel

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