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Cristão múltipla escolha: o avanço dos “pula-igreja”

Carl Jones destaca ainda outro ponto importante. “Vivemos numa era de sobrecarga de informação — e isso não é diferente na igreja.” Com os ensinamentos dos pastores mais renomados disponíveis online por podcasts e transmissões, além de igrejas em quase toda esquina, é fácil cair numa armadilha perigosa.

 

“Tenho que tomar cuidado para não permitir que muitas vozes falem na minha vida”, alerta Jones. “Se estou constantemente pulando de igreja em igreja, quantas pessoas estão realmente me alimentando espiritualmente?”

 

Essa é uma questão válida. Quem pula de igreja frequentemente acaba sem uma verdadeira orientação espiritual (por medo de se comprometer) ou recebe vozes conflitantes demais (por não permanecer tempo suficiente em um lugar para receber ensino consistenE o ponto principal: se Deus pode falar através de uma criança de quatro anos (pergunte a qualquer pai), Ele também pode ministrar através de uma pregação que parece superficial. Descartar uma mensagem por não ser sofisticada o suficiente pode significar perder o que Deus realmente quer dizer.

 

O foco em “eu” e “meu” revela o problema maior

Perceba um padrão nessas reclamações: “Não estou sendo alimentado.” “Não encontro amigos.” “Meu estilo de adoração não é representado.”

 

Quando os pronomes “eu” e “meu” dominam a narrativa de alguém sobre a igreja, é um sinal vermelho enorme. Isso indica um entendimento fundamentalmente errado do que a igreja deve ser.

 

“Pouquíssimas pessoas querem investir tempo e energia em quem não está comprometido em construir relacionamentos”, diz Jones. “Ainda menos líderes confiam em pessoas que não demonstram confiabilidade nem em coisas simples, como estar preÉ uma realidade dura, mas verdadeira. Quem entra e sai da igreja constantemente se torna uma presença pouco confiável — alguém em quem os líderes não podem investir ou confiar responsabilidades.

 

Cristo e Seus apóstolos não estavam ocupados criticando a banda de louvor ou reclamando da profundidade do sermão. Eles estavam focados em como servir. Oravam e planejavam para suprir as necessidades dos outros, não para garantir que as próprias fossem satisfeitas.

 

Muita gente trata a igreja como um restaurante: julgando o ambiente, o serviço, a hospitalidade e se sairá satisfeito. Mas a mesa do Senhor não é um restaurante, é uma refeição em família. E em uma refeição familiar, você não aparece apenas para comer. Você traz algo, ajuda, serve.

 

A pergunta não deve ser “O que esta igreja pode fazer por mim?”, mas sim “Deus, como posso servir melhor a Ti e a este corpo de creJones viu isso na prática. Quando sua igreja não tinha ministério para jovens adultos, ele e sua esposa não saíram para encontrar um em outra igreja. Eles criaram um.

 

Três anos depois, tinham um movimento crescente de jovens adultos. “Isso aconteceu porque um vazio foi preenchido, em vez de buscarmos outro lugar para suprir nossas necessidades”, disse Jones.

 

 “Quantas oportunidades perdemos de fortalecer nossos corpos locais quando saímos para preencher nossas necessidades em outro lugar, ao invés de liderar para suprir as necessidades de todos?”

 

Se você fizer essa pergunta honestamente, encontrar seu lugar na igreja se torna muito mais fácil.

 

“Pular de igreja pode ter seu tempo, mas o melhor tipo de ‘pulo’ sabe quando se firmar em algo sólido”, conclui Jones.

 

(Com informações de John Taylor – Relevantmagazine)

Fonte Comunhão.




28/01/2026 – Net 3 Gospel

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